A Itália é uma república parlamentar. O poder legislativo e de controle do executivo é exercido pelo Parlamento, composto por duas câmaras, a Câmara dos Deputados e o Senado, eleitas por cinco anos por sufrágio directo e universal. A primeira tem 630 deputados e a segunda 315 senadores. Os senadores são eleitos pelas regiões.O Parlamento elege o Presidente por escrutínio secreto. O Presidente da República nomeia o Presidente do Conselho de Ministros e, sob proposta deste, os Ministros. Promulga as leis e pode usar o seu direito de veto contra uma decisão do Parlamento. O mandato presidencial tem uma duração de sete anos, podendo haver reeleição.O Governo é constituído pelo Presidente do Conselho de Ministros e pelos Ministros.A Itália encontra-se subdividida em 20 regiões administrativas, dotadas de grande autonomia. Cinco delas gozam de um estatuto especial que lhes confere uma autonomia mais alargada: Vale de Aosta, Trentino-Alto-Adige (Tirol do Sul), Sicília, Sardenha e Friuli-Venezia Giulia.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Organização Política da Itália
A Itália é uma república parlamentar. O poder legislativo e de controle do executivo é exercido pelo Parlamento, composto por duas câmaras, a Câmara dos Deputados e o Senado, eleitas por cinco anos por sufrágio directo e universal. A primeira tem 630 deputados e a segunda 315 senadores. Os senadores são eleitos pelas regiões.O Parlamento elege o Presidente por escrutínio secreto. O Presidente da República nomeia o Presidente do Conselho de Ministros e, sob proposta deste, os Ministros. Promulga as leis e pode usar o seu direito de veto contra uma decisão do Parlamento. O mandato presidencial tem uma duração de sete anos, podendo haver reeleição.O Governo é constituído pelo Presidente do Conselho de Ministros e pelos Ministros.A Itália encontra-se subdividida em 20 regiões administrativas, dotadas de grande autonomia. Cinco delas gozam de um estatuto especial que lhes confere uma autonomia mais alargada: Vale de Aosta, Trentino-Alto-Adige (Tirol do Sul), Sicília, Sardenha e Friuli-Venezia Giulia.
Divisão Política da Itália
Itália está dividida, politicamente, em 20 REGIÕES, que por sua vez se dividem em 108 PROVÍNCIAS, divididas estas em cidades, com estrutura parecida à de nossos Municípios, e que são denominadas "COMUNE" (singular) e "COMUNI" (plural); estas (em italiano "Comune" é masculino), em alguns casos, dividem-se ainda em "frazioni", quese como os distritos existentes em nossas cidades.As capitais das Províncias têm os mesmos nomes das Províncias, como São Paulo, que é a denominação do Estado, e também da cidade em que está sediada sua Capital.
Assim, a Região do Vêneto é composta por sete Províncias (Veneza, Verona, Padova, Vicenza, Belluno, Rovigo e Treviso), sendo que a (Província) de Verona abrange 98 cidades, entre as quais a de Verona, que é sua capital. A Província de Rovigo também está subdividida em 50 cidades, entre as quais a própria cidade de Rovigo, e assim por diante.
Vegetação do Egito
Vegetação da Itália

Quanto à vegetação, antes de tudo, deve-se evidenciar a quase nula ocorrência de incêndio na região, e assim o Parque de Sulcis, em geral, é uma das reservas de bosques mais preservadas da Sardenha. Prevalecem os bosques de azinheiro, sobreiro, as matas, em particular érica e medronheiro. No subsolo, encontram-se o viburno, samambaias, como a Asplenium onopteris L., o polipódio meridional, esplêndida florescência dos cíclames e numerosas espécies de cogumelos. Nas clareiras ou nas margens dos bosques mais frescos, se encontram freqüentemente cipós como a clematite Vitalba, conhecida como dedaleira vermelha e espécies farmacêuticas como a erva-cavalinha maro ou erva-gata. Nas regiões mais próximas aos torrentes, predominam as matas, tipo oleandro, os bosques de salgueiro vermelho e os bosques de amieiro. Este último na região de Is Frociddus e Perdu Melis, formando verdadeiros corredores de bosques, nos quais os mais freqüentes são o salgueiro de Arrigoniosmunda regale e erica tirrenica. A vegetação muda de lugar para lugar. No sul e centro predomina a vegetação mediterrânea, nas regiões mais altas do Apeninos a vegetação de altitude e no norte as florestas temperadas (árvores de folhas caducas).
Hidrografia do Egito

A grande bacia hidrográfica do país é a do Nilo, cujo curso total, com 6.696km de extensão, é único a atravessar os desertos do NE africano até atingir o Mediterrâneo. A região do vale do Nilo, situada ao S de Assuan, é quase desértica. A partir de Assuan, onde se localizam a primeira catarata e a grande represa do mesmo nome, o rio corre num leito estreito (2 a 10km de largura), atingido sua largura máxima em Kom-Ombo (15Km). Nessa região, o vale é ladeado por uma cadeia de colinas rochosas com altitude média de 300m. A 5km ao N do Cairo, o rio divide-se em dois braços principais, formando um dos delta mais férteis do mundo.
Hidrografia da Itália

Como o território italiano é estreito e comprido, os seus rios não poderiam ser longos em função da posição das cadeias de montanhas onde nascem, ou seja, são relativamente curtos. O maior rio da Itália, que nasce no monte Viso e desemboca no mar Adriático, é o Pó, com 643km. Na sua foz ele forma um delta de cinco braços. O Adige, que nasce ao norte, perto do lago de Resia, é o segundo em extensão, com 408km. O Brenta e o Piave nascem nos Alpes e desembocam no mar Adriático. O volume de águas desses rios alcança o máximo na primavera, quando as neves das montanhas se derretem. Essa origem das águas e o solo calcário da maior parte das regiões atravessadas pelos rios italianos propiciam que suas águas sejam muito claras, favorecendo a formação de belas paisagens. Dos Apeninos, correm para o mar Adriático, o Reno (220km), o Savio e o Rubicão. Outros rios caudalosos são o Arno (241km), em cujas margens está Florença, e o Tibre (405km), que banha Roma. Na Sicília destacam-se o Simeto e o Salso, e na Sardenha o Tirso. Turistas que percorrem a Itália se surpreendem, muitas vezes, com o leito praticamente seco de muitos rios no período do inverno, pois suas águas são desviadas para sistemas de abastecimento de água das cidades e pequenos lagos na área rural, para utilização na agricultura.
Muitos lagos italianos, principalmente próximos aos Alpes na Lombardia, na região norte, são grandes atrações turísticas, recebendo milhares de visitantes todos os anos, especialmente no verão. Destacam-se os lagos Garda (370km²), Maggiore (212km²), Como (145km²), Lugano, Iseo. No sul da Itália há lagos que ocupam crateras de vulcões extintos (Trasimeno, Bolsena, Vico e Bracciano). Esses lagos compõem belas paisagens, de forte atração turística.
Muitos lagos italianos, principalmente próximos aos Alpes na Lombardia, na região norte, são grandes atrações turísticas, recebendo milhares de visitantes todos os anos, especialmente no verão. Destacam-se os lagos Garda (370km²), Maggiore (212km²), Como (145km²), Lugano, Iseo. No sul da Itália há lagos que ocupam crateras de vulcões extintos (Trasimeno, Bolsena, Vico e Bracciano). Esses lagos compõem belas paisagens, de forte atração turística.
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